sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Lotta Höglin: A sensual voz do Gothic Metal


Gothic Metal


Lotta Höglin a sensual voz que conseguiu fazer o álbum “Souls Highway” ser um dos mais incríveis da banda Beseech.

Beseech é uma banda que consegue explorar tudo que existe de mais interessante no mundo do Gothic Metal. Com um vocal extremamente grave que antes era tomado pelo Erik Molarin a banda conseguia fazer uma junção excelente e nunca deixava faltar nada em suas músicas, uma qualidade impecável e muito única em seus trabalhos.

Souls Highway foi um dos melhores lançamentos, isso claro, se não for o melhor, muito pela qualidade e forma única da vocalista Lotta Höglin que consegue trazer uma melodia linda em sua voz e ao mesmo tempo deixar a música obscura e extremamente sensual.

Uma banda formidável mostra ser diferente logo de cara e com toda certeza o Beseech consegue isso, Lotta Höglin é de fato uma vocalista diferenciada e que tem uma postura muito impactante, uma voz excelente e uma qualidade que consegue completar perfeitamente o restante da banda que tem um instrumental digno ao extremo, todos os músicos são de extrema qualidade.



Souls Highway mostra um ponto extremamente criativo da banda e conta ainda com uma versão muito diferente e magnífica da música “Gimme, Gimme, Gimme” da lendária banda ABBA, sem falar que o álbum ainda tem músicas como “Blinded”, “A Last Farewell” e a mais sensacional de todas que é a “Between The Lines” a balada mais sensacional da banda, um álbum incrível com uma vocalista sensacional e uma banda criando um instrumental inteligente.

Uma coisa sempre será certa, Lotta Höglin cantando junto de Erik Molarin sempre será algo incrível e toda vez que escutar Lotta Höglin cantando você pode ficar apaixonado pela voz doce e qualidade da técnica dessa mulher incrível e que sabe o que está fazendo e faz da melhor forma possível.



Postado por: Renan Martins

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

[English] Perventor: The destruction of the Colombian Black Metal



Black Metal

Membros: Noire Perventor 

País: Colômbia

Caterine 1: Hi, Noire Perventor! Thanks for doing this interview with G.Grind blog. First, I wonder what is Perventor’s name about?

Noire: Hello, first thanks to you for the support, and answering you, the name born like an acronym of ‘’Perversion and Torment’’ but it also means ‘’Arrive’’ in Latin.

Caterine 2: Why did you choose to make Perventor a one-man band?

Noire: I started with the idea in 2005-6 it was a project that I always tried to inject energy as a Black Metal band while I was playing with my friends of all my youth, we even learned to play instruments together(hehe), in that time they seems like to play Heavy and Thrash Metal, I barely found people with respect for the black arts and the necro sound, i was already possessed by Black Metal so…I just followed some influences, and started to record.  

Caterine 3: Since Perventor is a one-man band, what would be your musical influences? If you could play in a band you enjoy too much, what would be this one?                          

Noire: well, Xasthur its a big influence to me, Tsjuder, Horna and Bathory, Old Emperor, Old Gorgoroth, Drowning the Light, Nargaroth, actually I never though in playing in any band over there…

Caterine 4: Your lyrical themes are purely extreme ones. Metallum says they’re antichristianism, hate, misanthropy, war and lust. Why did you choose these ones for Perventor?      

Noire: I guess, cuz I have nothing good and positive to express through it.
I hate everything about Christianity, and War it’s a reality that has been and will be consuming humanity till the end of the days, and about misanthropy and lust, isn’t hard to understand me in that way right? .

Caterine 5: Black metal is a subgenre appreciate by “prepared” people, because the sound has those characteristics like the “necro sound” that not so many people enjoy so much. How to describe your music to people?

Noire: Like you did, necro and raw, strident with hidden messages in the guitar riffs, and made totally against the wing.

Caterine 6: I’ve listened to Perventor’s ‘Demo I’, ‘Demo II’, respectively released in 2010 and 2012. What was to write, compose and produce such amazing songs like those demos via independent?

Noire: im surprised you’ve listened Demo I (haha), I never though on it before but now I do, its hard to explain it was a very rare and long process, good and bad things happened and at least to me some are reflected in those Demos in some way.

Caterine 7: Your latest work was ‘Demo III’, released in 2014, is a great work though. What would be a word to describe the whole process of composing that masterpiece?    

Noire: Thank you for the masterpiece thing and it would be, ‘’Reborn’’.




Caterine 8: And about the recent EP named ‘Destruccion, que siembras?’ and released in this year. Are you planning on upcoming albums?

Noire: Oh, hell yeah! The next charge of hatred will be released starting 2016

Caterine 9: How would you describe the evolution of Perventor’s songs since the start in 2008 to today?

Noire: Like a road with obstacles that I beat with the time, that let me a lot of memories and teachings.

Caterine 10: Do you think about Perventor performing live concerts one day?

Noire: Not sure, maybe one long and distance day, if I still alive and got health, when I started recording alone the samples for Demo I, I wasn’t interested in the exhibition of Perventor as a band for concerts, I was invited once in my city recently…mmm last year, I don’t know why I didn’t say no, maybe cuz I used to have some appreciation to the person who invited me, but welI…i just comment to my friends from my other band and we just played our recently recorded songs (hahah), people didn’t care anyway, was a nice night. 

Caterine 11: When we searched we found on your Youtube channel and Metallum that you also play in a band called Ritos de Muerte, which is not a one-man band. What’s the experience of working on these different “types” of band’s configuration?

Noire: In Ritos de Muerte I found what I was looking for Perventor years before…a good drummer, my city Barrancabermeja its small and there just a few drummers good ones too but focused in their bands and like I said before with a short or none interest in Black Metal, I meet Ritos de Muerte drummer, he likes to be called ‘’Misht’’ in Bucaramanga, a bigger city at 2 hours and half from my home, we share instantly, the insanity and the hatred for the christianism, and of course, we started to play together, didn’t take too much time for us to add another close friends ‘’Asmodeo’’ (2nd Guitar) and ‘’Rising Fire’’ (Bass) but they desecrated with us only 1 year, nowdays Ritos de Muerte line up in studio are just Misth and me, for stage live performances we made alliances with two brother-hordes from the other side of the country (Pasto, Nariño) with AlastorGoat in 2nd Guitar from War Metal Band, S.T. and Leviathan from Pagan Blood and Ancestral Mor.

Caterine 12: How would you describe the underground metal scene at your current city Barrancabermeja, Colombia?

Noire: Mmm, no comments.

Caterine 13: And to end our conversation, we’re thankful for your time and consideration on answering us from G.Grind blog. This final space is for you to say anything you want to.

Noire: Well, I want to thank you and G.Grind Blog maniacs for the support, keep supporting underground metal scene, and stand up proud against the fucked up Judeo-Christianism!

Hail...!!!




Postado por: Renan Martins

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Perventor: a destruição no black metal colombiano



Black Metal

Membros: Noire Perventor 

País:
Colômbia


Essa foi uma entrevista que fizemos com o ilustre cara por trás da maravilha que é o Perventor. Confira abaixo um pouco desta banda!

Caterine 1:
Olá, Noire Perventor! Muito obrigada por fazer essa entrevista conosco do blog Oroborus. Primeiro, eu me pergunto, de onde que veio o nome Perventor?
Noire: Olá, primeiro eu gostaria de agradecê-los pelo apoio e respondendo, o nome nasceu como um acrônimo para “Perversion and Torment”, mas também significa “chegada” em Latim.

Caterine 2: Por que você escolheu fazer da Perventor uma one-man band?
Noire: Eu comecei com a ideia em 2005/ 2006. Era um projeto que eu sempre tentei injetar energia como uma banda de black metal enquanto eu estava tocando com meus amigos por toda a minha juventude porque nós aprendemos a tocar instrumentos juntos (hehe). Naquela época eles preferiam tocar mais heavy e thrash metal, eu quase nunca encontrava alguém que tivesse respeito pelo black metal, então... Eu segui algumas influências de one-man bands e comecei a gravar.

Caterine 3: A partir do ponto de que a Perventor é uma one-man band, quais seriam suas influências musicais? E se você pudesse tocar numa banda que você gostasse muito, qual seria ela?
Noire: Bem, Xasthur é de influência enorme pra mim, Tsjuder, Horna e Bathory, o Emperor e o Gorgoroth no começo, Drowning The Light e Nargaroth. Realmente, nunca pensei em tocar em alguma banda por aí.

Caterine 4: Os temas das músicas são dos mais extremos. O Metallum diz que estes são anticristianismo, ódio, misantropia, guerra e luxúria. Por que escolheu estes para ser a temática da Perventor?
Noire: Eu acho, porque eu não tenho nada de bom e positivo para expressar sobre. Eu odeio tudo sobre o Cristianismo e a guerra é uma realidade que tem consumido e consumirá toda a humanidade até o fim dos dias. E sobre a misantropia e a luxúria, não é tão difícil de me entender, certo?

Caterine 5: Black metal é um subgênero do metal apreciado por pessoas “preparadas” porque o som tem características como essa faceta mais “necro” que nem todo mundo gosta. Como você descreveria sua música às pessoas?
Noire: Como você mesma disse: necro e cru, estridente com mensagens subliminares nos riffs da guitarra e um som feito totalmente contra a tendência.

Caterine 6: Eu escutei as demos ‘Demo I’ e ‘Demo II’, lançadas em 2010 e 2012, respectivamente. Como foi escrever, compor e produzir músicas tão incríveis quanto as que estes álbuns tem via independente?
Noire: Estou surpresa que você tenha ouvido a ‘Demo I’ (haha), eu nunca pensei sobre, mas agora que me perguntou, acho que é complicado de explicar. Foi um processo raro e longo, coisas boas e ruins aconteceram e, pelo menos para mim, algumas são refletidas nessas demos de algum jeito.

Caterine 7: O último trabalho da Perventor foi ‘Demo III’, lançado em 2014, que é uma demo ótima também. Qual seria a palavra para descrever todo o processo de compor esta obra-prima?
Noire: Obrigado pelo termo “obra-prima” e a palavra seria “renascimento”.




Caterine 8: E sobre o mais recente EP chamado ‘Destruccion, que siembras?’ e lançado este ano. Você planeja em novos álbuns para a Perventor?
Noire: Ah sim, claro! O próximo carregamento de ódio será lançado no começo de 2016.

Caterine 9: Como você descreveria a evolução das músicas do Pervento desde o início da banda em 2008 para o que ela é hoje?
Noire: Como uma estrada com obstáculos que eu venci com o tempo e que me trouxeram muitas memórias e ensinamentos.

Caterine 10: Você pensa em fazer shows com a Perventor algum dia?
Noire:  Não tenho tanta certeza. Talvez num dia beeeeem distante, se eu estiver vivo e saudável. Quando comecei a gravar os samples para a ‘Demo I’, eu não estava interessado na exibição da Perventor como uma banda para shows.
Recentemente, ano passado, fui convidado em minha própria cidade e eu não sei porque não disse “não”, talvez porque eu tinha algum apreço por quem tinha me convidado, mas bem... eu apenas comento com os amigos de minha outra banda e nós recentemente tocamos as músicas que gravamos (hahaha). As pessoas não ligaram mesmo assim, foi uma noite boa.

Caterine 11: Quando procuramos sobre encontramos no Youtube e no Metallum que você também toca numa banda chamada Ritos de Muerte, que não é uma one-man band. Qual a experiência de trabalhar com esses dois tipos de configuração numa banda?
Noire: Na Ritos de Muerte eu encontrei o que eu estava procurando para a Perventor anos atrás: um bom baterista. Minha cidade Barrancabermeja é pequena e tem apenas alguns poucos bateristas que são bons também, mas mais focados em suas próprias bandas e como eu disse anteriormente, nenhuma delas interessadas em black metal.
Eu conheci o baterista da Ritos de Muerte, ele gosta de ser chamado de ‘”Misht”, em Bucaramanga, uma cidade maior a duas horas e meia de minha casa. Nós compartilhamos instantaneamente a insanidade e o ódio pelo Cristianismo, e claro, começamos a tocar juntos. Não demorou muito tempo para que chamássemos outros amigos próximos: “Asmodeo” (segundo guitarrista) e “Rising Fire” (baixista), mas eles profanam conosco há um ano apenas.
Atualmente, nos estúdio, só somos eu e Misth. Já para as performances ao vivo nós fizemos alianças com dois irmãos de horda do outro lado do país ( são de Pasto, Nariño), são eles AlastorGoat na segunda guitarra, da banda War Metal, e Leviathan das bandas Pagan Blood e Ancestral Mor.

Caterine 12: Como descrever a cena do metal underground na sua cidade atual, Barrancabermeja, Colômbia?
Noire: Hmmm, sem comentários...

Caterine 13: E para finalizar nossa conversa, nós estamos muito agradecidos por seu tempo e consideração em responder o Oroborus. O espaço final é pra você!
Noire: Bem, eu gostaria de agradecer você e aos maníacos do Oroborus pelo apoio. Continuem apoiando a cena underground e ergam-se contra esse judeu-cristianismo fodido. Hail!




Postado por Caterine Souza

terça-feira, 27 de outubro de 2015

[English] Machine Of Rebellion: Vortex of Endless War






 Brutal Death Metal

Indonesia, the country which I have a great love and indeed this country has a ridiculous great amount of awesome bands of Brutal Death Metal and Machine Of Rebellion is one of them.

Machine Of Rebellion is a band that is kind of unknown in the world which I hope for a little while, because this band knows how to work and it brings its first release in 2015: ‘Vortex of Endless War’.

In its first release, the band manages to bring this album ‘Vortex of Endless War’ by the label of Brutal Mind which also works with bands like Cannabies, Perverted Dexterity, Omnivorous and many others.

‘Vortex of Endless War’ begins with the track ‘Prelude to Apocalypse [Intro]’ that has an impeccable atmosphere which can really bring a sense of destruction, a real apocalyptic sense. This was the right choice of song to introduce this flawless album.

The second track entitled ‘Vortex of Endless War’ that carries the album title, already shows the strength the band has in its instrumental right away with the drums that work extremely quickly and with double pedal which is well explored to always to a great sound. The music has an impeccable vocal strength in a more open way even in guttural because those growls are always used in the best possible way. This song has bass lines that can leave the music so dense which shows that the band’s work is only getting better

‘Thoughts of Forgiveness’ is the third track. It’s a track that does not let you rest and starts with the weight and destruction. It’s a song that can make all the sense of chaos appear and it makes everything with an atmosphere even more interesting. The weight of this band it is something really worthy of a great country such as Indonesia. The bass is working as best as possible, guitars appearing at the right time and lacking never and nothing, the guttural appears bringing its own fury. All of this I said before are such great jobs on this album.

The Brutal Death Metal of this country is always very well done and always very destructive. The guttural is extremely closed when it has to be and it appears bringing an extremely closed sound. The guitars appear making a quick and yelling solo which can leave everything even better and more enjoyable to listen to.

The bass, which is an instrument so wronged and forgotten by so many bands, in Machine of Rebellion, it always appears brilliantly on its Slamming Brutal Death Metal and Brutal Death Metal with such power that almost makes takes the front of the band and shows how to destroy the world with its own apocalypse.

‘Ode Untuk Kehampaan’ also features right away he band’s anger and more than that, it also presents the individual quality of each musician. A guitarist who can create as simply and perfectly as it is and still matches all the works on the band beyond awesome. Drums appears on this track working again with the dry side of the Blast Beat, but somehow it is still fast. The guttural on this song can bring its unique power in conjuncture to the bass that can bring to the song the very weight of the apocalypse. It’s a really incredible song!
And to end it, a very important message, if you have a band and are afraid of being judged by the cover art of your album, you can do it quite simple and still have a well-done cover perfectly done alike to Machine of Rebellion.




Posted by Caterine Souza

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Machine Of Rebellion: Vortex of Endless War





Brutal Death Metal



Indonésia, país do qual eu tenho um grande amor e realmente esse país tem uma quantidade absurda de bandas excelentes de Brutal Death Metal e a Machine Of Rebellion.

Machine Of Rebellion é uma banda que é pouco conhecida no mundo, espero que por pouco tempo, porque essa banda sabe trabalhar e ela traz o seu primeiro lançamento e ele saiu em 2015, intitulado Vortex of Endless War.

Em seu primeiro lançamento a banda já consegue trazer o “Vortex of Endless War” através do Selo Brutral Mind que conta também com as bandas Cannabies, Perverted Dexterity, Omnivorous e mais um mundo de bandas.

Vortex of Endless War começa com a faixa “Prelude to Apocalipse [Intro]” que tem uma atmosfera impecável e que consegue realmente trazer uma sensação de destruição, um clima de real “Apocalipse”, a escolha certa para conseguir abrir os trabalhos desse álbum impecável.

A segunda faixa intitulada “Vortex of Endless War” que carrega o nome do álbum já mostra a força que a banda tem em seu instrumental logo de cara com a bateria que trabalha de forma extremamente rápida e que trabalha muito bem com o pedal duplo e explorar o pedal duplo sempre funciona para conseguir fazer um som excelente. A música apresenta uma força impecável e o vocal um tanto mais aberto mesmo sendo gutural, um growl sendo utilizado da melhor forma possível, um baixo que consegue deixar a música densa na medida certa e o trabalho da banda só vai ficando melhor.

Thoughts of Forgiveness é o nome da terceira faixa que não deixa você descansar e já começa com o peso e destruição, uma música que consegue fazer o sentimento de caos aparecer e fazer tudo ficar com um clima ainda mais interessante, o peso no começo dessa faixa é algo realmente digno de Indonésia. Baixo trabalhando da melhor forma possível, guitarra aparecendo no momento certo sem deixar faltar nada, o gutural aparece conseguindo trazer uma fúria própria, um trabalho excelente.

O Brutal Death Metal desse país é sempre muito bem feito e sempre muito destruidor, o gutural quando tem que ser extremamente fechado ele aparece trazendo um som extremamente fechado, a guitarra quando tem que aparecer fazendo um solo rápido e gritante ela aparece e consegue deixar tudo ainda mais bem feito e mais gostoso de escutar e o baixo que é um instrumento tão injustiçado por muitas bandas, sempre aparece nas bandas de Slamming Brutal Death Metal ou de Brutal Death Metal com tanto poder que quase toma a frente da banda e mostra como é destruir o mundo e fazer de fato seu próprio apocalipse.

Ode untuk Kehampaan é o nome da faixa que também apresenta logo de cara a sua fúria e muito mais que isso, ela apresenta também a qualidade individual de cada músico, um guitarrista que consegue criar de forma simples e que combina perfeitamente com o que está sendo feito, uma bateria que aparece trabalhando dessa vez mais com o lado seco do Blast Beat, porem ainda rápido, o gutural que consegue trazer seu poder único e o baixo que consegue fazer o peso do apocalipse, realmente uma música incrível.

E um recado muito importante, se você tem banda e tem receio de ser julgado pela arte de capa do seu álbum, então é bem simples, faz uma capa bem feita igual a Machine Of Rebellion.




Postado por: Renan Martins

sábado, 24 de outubro de 2015

[English] Masha "Scream" Arkhipova: the Russian storm of the Pagan Metal




Pagan Metal

Originally written in Portuguese by Renan Martins

Translated to English by Caterine Souza

Metal can be really fantastic. It can display a huge amount of subgenres and all of them happen to exist with a unique feature and one of the great things that the metal shows is how extreme the female voice can be represented.

Many bands began to bet on female vocals and it is common to see that the number of women in bands is increasing day by day and that's great. Bands with female members are somehow able to come out with a touch of delicacy and, at the same time, with a different view of things. It all makes a difference and most of the bands that have women are pretty fantastic.

One of the bands that has an impact on the metal world with a female vocalist is bearing the label of none other than Napalm Records. This  giant label also features the band Beseech, which also has an excellent singer -  the wonderful Angelina Sahlgren Söder -, but the focus here is not about other bands. The focus is to talk about the amazing and overwhelming Masha "Scream" Arkhipova. She is that one vocalist who manages to have an impeccable versatility and incredible destruction.

Masha is a vocalist who can break the barriers of one’s mind. A lead singer who can sing with such great chest voice, extremely well done and with a melody that fits perfectly with her. When she goes guttural, she can really be like someone else on the song, but still with all the glitz that only Scream can have.



Fortunately, Oroborus had Caterine on Arkona’s latest show in Sao Paulo and there is no one who has more power here in Oroborus to talk about the singer than our Caterine.

Caterine: "Masha ‘Scream’ Arhipova is certainly one of the best extreme metal vocalists that the world has ever seen. She brings life to Arkona’s Pagan Metal in a unique way. Be it when she sings with her extremely well-done guttural, filling the show house no matter how powerful the sound of the place is, or be it when she comes with her clean vocals, they’re sweet and at the same time wild."

Really she's an amazing singer and she is even putting her vocal density in the most possible way of a powerful and destructive voice. And she still is a beautiful woman with such great technique and quality. A vocalist like Masha can make Arkona a unique weapon to the Pagan Metal.

Postado por Caterine Souza

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Masha "Scream" Arkhipova: A tempestade russa no Pagan Metal



Pagan Metal


O Metal realmente consegue ser fantástico, consegue apresentar uma quantidade gigantesca de subgêneros e todos eles com uma característica única e uma das coisas fantásticas que o Metal apresenta é o extremo que a voz feminina pode apresentar.

Bandas começaram a apostar em vocalistas e cada vez é mais frequente ver o número de mulheres nas bandas e isso é excelente. As bandas ganham com um toque de delicadeza e ao mesmo tempo com uma visão diferente das coisas e isso tudo faz muita diferença e boa parte das bandas que tem mulheres são fantásticas.

Uma das bandas que mais tem impacto no mundo do Metal com uma vocalista é a que carrega o selo de ninguém menos que a Napalm Records. O gigante selo que também apresenta Beseech que também tem uma vocalista excelente Angelina Sahlgren Söder, mas o foco não é falar de outras bandas. O foco é falar da incrível e esmagadora, Masha "Scream" Arkhipova que consegue ser de uma versatilidade impecável e destruição incrível.

Masha é uma vocalista que consegue quebrar as barreiras da mente. Uma vocalista que consegue cantar com uma voz de peito excelente, extremamente bem trabalhada e com uma melodia acompanhando de forma perfeita e quando ela muda para o gutural ela consegue ser realmente outra pessoa, mas ainda com todo o brilho que a Scream consegue ter.


Felizmente o Oroborus conseguiu ter a Caterine no show do Arkona que teve em São Paulo e não existe ninguém que tem mais poder no Oroborus para falar da vocalista que a própria Caterine.

Caterine:  "Masha “Scream” Arhipova certamente é uma das melhores vocalistas de metal extremo que o mundo já viu. Ela traz vida ao Pagan Metal do Arkona de forma única. Seja quando canta com seu gutural extremamente bem trabalhado de encher a casa de show não importando a potência do som do lugar, seja quando vem com sua voz limpa, doce e ao mesmo tempo feroz.”

Realmente ela é uma incrível vocalista e mesmo ela colocando sua voz mais densa e destruidora possível, ela continua linda e com muita técnica e qualidade. 
Uma vocalista que consegue fazer da banda Arkona uma arma única do Pagan Metal.




Postado por: Renan Martins

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

[English] Espera XIII: A squad on the imponent sea of the underground metal




Country: Brazil

Interviewed by: Caterine Souza

Members:


Ereon (Vocals/Guitar)
Edu Ayres (Bass)
Pietro Bernal (Guitar)
Fernando Ribeiro (Drums)

Genre: Melodic Black/ Death


And now an interview G.Grind blog did with the band Espera XIII, a great band from São Paulo that always presents a very well done work since their first demos.

Caterine 1: Hello, Espera XIII! First, I would like to thank on behalf of G.Grind the opportunity to interview you guys. From what we researched, Espera XIII is an acronym for Extra Sensory Perception Era XIII. Why the choice of this name? What about the XIII part?

Ereon: Thank you for your attention and interest to our local bands, this strengthens the scene and encourages musicians. Congratulations to all for this awareness! At the beginning there was this acronym, after three years with the project already named ESPERA XIII, I discovered and adopted it. Before that, the name was taken from one of the vessels of the Pedro Álvares Cabral’s fleet – he was the Portuguese discoverer of Brazil - whose name was Espera. And XIII, that’s because there were thirteen vessels in the fleet. Extra Sensory Perception was adopted after just to have complete harmony with our ideals.

Caterine 2: The lyrical theme within a band is extremely important. What are the pillars that support ESPXIII? Indeed, the logo is closely linked to the context, right? How did you create it and eventually improve it?

Ereon: A ship moves away from its fleet and navigates to another dimension in search of the hidden mysteries of the universe. The fiction revolves around this pillar, basically. Exactly, the logo is a caravel that we have drawn and then it was made perfected by Christophe Szpajdel. This is now the symbol of our boat.

Caterine 3: The band has so far its entire works conceived and produced by Renan Brito, because it all started as a one-man band. How was the decision to choose and attach the right crew to this ship?

Ereon: It was a slow and cautious process. I do not say that our sound is so complex and so difficult to play, but it certainly requires high level musicians. Since the beginning, Edu Ayres took the bassist position and also my right arm on the band. The mission was to find a drummer and a guitarist. In 2012, we did the first recruitment where we did some jams with our friends Rafael Leme and Paul Cypriano, but discontinued. In 2014, we formed our company and with some changes and adjustments we have consolidated in a quartet. I'm very grateful to all from the start, especially with Rubstein and Gabriel for our experience in this last band formation.

Caterine 4: Although you guys have not made any work together so far, how do the musical influences of each one on the group collaborate on Espera XIII?

Ereon: Live. Each one puts their musical taste in live interpretation and I find it pretty cool. Leaving them free to play as they prefer. And in the near future, we will have compositions together!

Caterine 5: 'Demo Escàndalo', released via independent in 2011, was the very first job of Espera XIII. How was to compose, to record, etc?

Ereon: It was wonderful to produce this demo. It was a new project coming out of the paper. I had a giant energy to do it all! Compose it was like a liberation, because I felt the vibe of having a solo project, so I had total freedom to do everything in the way I wanted. To record it was extremely laborious, I asked for Niko Teixeira, from Taubaté-SP, to record the drums and the rest of the instruments and voice I recorded with Jeff Hita (Spreading Hate). After, I "mixed" it poorly and released on the Internet.

Caterine 6: 'Thy Great Expedition' was a work that I originally faced as an album until I saw on an interview that you guys have been treating it like a second demo. Being such an amazing job like this, why did you decide to maintain as a demo?

Ereon: Okay, just between us, I used to call it an album as well. But for the poor quality of production, recording and mixing, I changed the name I used to give it to "second demo".

Caterine 7: Now, this is a question to all members individually, you guys were playing with Espera XIII for the first time in June of 2014? And how is to play today?

Edu: I had the opportunity to participate from the earliest trials and the feeling of giving life to a project of which I was already a fan, it was fantastic. In current shows, the feeling has only evolved as they are increasingly synergistic and professionals.

Fernando: Much better, we are gaining more and more space, playing in good places and putting bad opportunities aside, I think the release show of 'UAL' was a milestone that really raised the level of our performances.

Pietro: By entering the band, I had to learn a pretty big repertoire considering that at that time the band already had scheduled concerts. It was all very rushed. Today, I feel more secure and familiar with the songs and with the guys.

Caterine 8: Talking about the album 'Unexpected Austral Lights', released in March of 2015, the more "unexpected" for me is to see how much it solidified the sound identity of the band, united to an extreme conceptual complexity of the album. How was to create such a project?

Ereon: It was the most difficult and intense work of my life so far. It is even strained to remember, because I had moments of severe anguish. But it was created with a lot of passion. I started in 2012, the compositions of this play, in 2013 I recorded everything and in 2014, it was sent to mixing and only in 2015, the physical format was released. It was a great and unforgettable expedition, no doubt indeed.

Caterine 9: You performed a concert for the release of 'UAL' in May on Espaço Som, São Paulo. How to describe the sensation of playing the whole ‘Unexpected Austral Lights’ live? And how do you feel that it was received by the public?

Ereon: Mission accomplished! To do a show with every song was a complex project. Great merit to the musicians of the Espera XIII, the great effort they have done to perform the whole album that night. Some songs were not created to play at live concerts, which is the case of 'The Giant'. We will not play it live again. At least, not so early. The public likes, although we were a bit nervous about the whole thing, they all enjoyed and praised the show.

Caterine 10: Reviews and recommendations from sites, large webzines and vlogs like Metal Media, Whiplash, Roadie Crew and Dewwytto (Planno D on YouTube) have composed the list of reviews of Espera XIII’s works. How this feedback is faced by the band?

Ereon: Positively. I am aware that people are fighting for national scene, giving moral support and encouraging musicians to continue in their missions. All feedback we have about our work is valued when there is respect.

Caterine 11: What are your plans and how is Espera’s agenda for the end of 2015?

Ereon: I know there is still much to work on promoting our album. We're still owe a clip and an Austral Lights Tour. Dates that have not closed yet, but we will soon announce on our website!
Caterine 12: A phrase defining what the future aims of Espera XIII?

Ereon: To compose even better songs and spread the interest on the occult and esoteric matters of humanity.

Caterine 13: To close the interview, I would like again to thank you for your time and consideration on speaking with us from G.Grind. I wish you endless success for the next thousand miles that ESPXIII has ahead itself and this final space is for you to say anything you want.

Ereon: Thank you for your attention and once again thank you, G.Grind blog. We wish success to you to be infinite. Welcome to our Alliance those who are interested in knowing and learning more about our work, just access one of the following links below. And to get our merch, just get in contact with us through our website:

facebook.com/ESPERAXIII
esperaxiii.bandcamp.com
youtube.com/user/esperaxiii




Postado por: Renan Martins

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Espera XIII: Uma esquadra no imponente oceano do underground

 

Espera XIII

Renan Brito / Ereon (vocal e guitarra)
Edu Ayres (baixo)
Pietro Bernal (guitarra)
Fernando Ribeiro (bateria)

Gênero: melodic black/death metal

 
Uma nova entrevista feita pelo G.Grind com a magnífica Espera XIII. Uma ótima banda que sempre apresenta um trabalho muito bem feito. Confira logo abaixo!

Caterine 1: Olá, Espera XIII! Primeiramente, gostaria de agradecer em nome do G.Grind, a oportunidade de entrevistá-los. Pelo que pesquisamos, Espera XIII é um acrônimo para Extra Sensory Perception Era XIII. Por que da escolha deste nome? E quanto ao XIII?

Ereon: Obrigado pela atenção e interesse com nossas bandas locais, isso fortalece a cena e incentiva os músicos. Parabéns a todos por essa consciência! No início não existia esse acrônimo, depois de 3 anos com o projeto já batizado de ESPERA XIII que eu o descobri e adotei. Antes disso, o nome foi retirado de uma das embarcações da frota de P. A. Cabral que se chamava Espera. E XIII, pois eram treze embarcações na esquadra. Extra Sensory Perception foi adotado depois por ter total sintonia com nossos ideais.


Caterine 2:  A temática dentro de uma banda é extremamente importante. Quais os pilares que sustentam o enredo da ESPXIII? Certamente, o logo é intimamente ligado com o contexto, certo? Como foi criá-lo e, eventualmente, melhorá-lo?

Ereon: Uma embarcação que se afasta de sua frota e navega para outra dimensão em busca dos mistérios ocultos do universo. A ficção gira em torno deste pilar, basicamente. Exatamente, o logo é uma caravela que havia desenhado e depois foi aperfeiçoada por Christophe Szpajdel. O símbolo de nossa barca.

Caterine 3: A banda até agora tem todos os seus trabalhos idealizados e produzidos por Renan Brito, ou seja, tudo começou como uma one-man band. Como foi a decisão de escolher e anexar os tripulantes certos a este navio?

Ereon: Foi um processo lento e cauteloso. Não digo que nosso som seja tão complexo e tão difícil de tocar, mas sim, exige músicos de nível elevado. Desde o início o Edu Ayres assumiu o posto de baixista e também braço direito. A missão era encontrar um baterista e um guitarrista. Em 2012 fizemos o primeiro recrutamento onde fizemos algumas jams com nossos amigos Rafael Leme e Paulo Cypriano, porém descontinuamos. Em 2014 achamos nossa formação atual e com algumas mudanças e ajustes nós a consolidamos em um quarteto. Tenho muita gratidão a todos desde o início, especialmente com Rubstein e Gabriel por terem uma experiência conosco nessa última formação.

Caterine 4: Ainda que não tenham composto nenhum trabalho juntos até agora, como as influências musicais de cada um no grupo colaboram enquanto Espera XIII?

Ereon: Ao vivo. Cada um põe seu gosto musical na interpretação ao vivo e acho isso bem legal. Deixar livre para eles moldarem a execução como preferirem. E em um futuro próximo teremos composições em conjunto!


Caterine 5: ‘Demo Escàndalo’, lançado via independente em 2011, foi o primeiríssimo trabalho. Como foi compor, gravar e etc?
Ereon: Foi maravilhoso produzir essa demo. Era um projeto novo saindo do papel, eu tinha uma energia gigante pra fazer tudo! Compor ela foi como uma libertação, pois eu senti a vibe de ter um projeto solo, ter a total liberdade de fazer tudo do jeito que eu quisesse. Gravar foi extremamente trabalhoso, pedi pro Niko Teixeira, de Taubaté, gravar a bateria e o resto dos instrumentos e voz gravei com o Jeff Hita (Spreading Hate). Depois eu “mixei” bem porcamente e lancei na internet.

Caterine 6: ‘Thy Great Expedition’ fora uma obra que inicialmente encarei como um álbum, até que numa entrevista percebi que o tratavam como uma segunda demo. Sendo um trabalho tão incrível, por que decidiram manter como demo?

Ereon: Ok, fica entre nós, eu chamava de álbum também. Mas pela péssima qualidade de produção, gravação e mixagem eu alterei a denominação para “segunda demo”

Caterine 7: Agora, pergunta à todos os integrantes individualmente, como foi tocar com a Espera XIII pela primeira vez lá em Junho /2014? E como é tocar hoje?

Edu: Tive a oportunidade de participar desde os primeiros ensaios, e o sentimento de dar vida a um projeto no qual eu já era fan foi fantástico. Nos shows atuais, o sentimento só tem evoluído, pois estão cada vez mais sinérgicos e profissionais.

Fernando: Muito melhor, a gente vai ganhando mais espaço, tocando em lugares bons e deixando de lado oportunidades ruins, acho que o show de lançamento do ‘UAL’ foi um marco que subiu muito o nível das nossas apresentações.

Pietro: Ao entrar na banda tive que aprender um repertório consideravelmente grande tendo em vista que na época a banda estava com uma serie de shows agendados. Foi tudo muito corrido. Hoje me sinto mais seguro e familiarizado com as músicas e com os caras.

Caterine 8: Já sobre ‘Unexpected Austral Lights’ , lançado em Março/2015, o mais “inesperado” para mim é ver o quanto ele solidificou o som identidade da banda, unido complexidade conceitual extrema do álbum. Como foi criar tal projeto?

Ereon: Foi à obra mais difícil e intensa da minha vida até o momento, é até tenso lembrar, pois tiveram momentos de muita angustia. Mas foi criado com muita paixão. Iniciei em 2012 as composições desse play, em 2013 gravei tudo, em 2014 mandei para mixagem e só em 2015 saiu o formato físico. Foi uma grande e inesquecível expedição, sem dúvidas.

   
Caterine 9: Vocês realizaram um show para o lançamento do ‘UAL’, em Maio no Espaço Som, São Paulo. Como descrever a sensação de tocá-lo na íntegra ao vivo? E como sentiram que o álbum ali exposto foi recebido pelo público?

Ereon: Missão cumprida! Fazer um show com todas as músicas foi um projeto complexo a parte. Grande mérito aos músicos da ESP, pelo grande trabalho que realizaram para executar o play inteiro naquela noite. Algumas músicas não foram criadas para tocar ao vivo, é o caso da ‘The Giant’. Não iremos tocá-la ao vivo novamente. Não tão cedo. O público curtiu, apesar de que estávamos um pouco nervosos com a coisa toda, todos curtiram e elogiaram a apresentação.

Caterine 10: Resenhas e recomendações feitas por sites, zines e vlogs grandes como Metal Media, Whiplash, Roadie Crew e Dewwytto (Planno D, no YT) tem composto o rol de reviews da Espera XIII. Como este feedback é encarado?

Ereon: Positivamente. Tenho consciência de que são pessoas lutando pela cena nacional, dando apoio moral e incentivando os músicos a continuarem em suas missões. Todo feedback que temos sobre nosso trabalho é valorizado quando há respeito.

Caterine 11: Quais são os planos e como está a agenda para a reta final de 2015?

Ereon: Sei que ainda há muito para se trabalhar na promoção de nosso álbum. Ainda estamos devendo um clip e uma Austral Lights Tour. Temos datas que ainda não foram fechadas, em breve anunciaremos em nossa página!

Caterine 12: Uma frase definindo o que almejam do futuro da Espera XIII?

Ereon: Compor músicas cada vez melhores e espalhar o interesse nos assuntos ocultos e esotéricos da humanidade.

Caterine 13: Para fecharmos a entrevista, gostaria novamente de agradecê-los pelo tempo e consideração de vocês em falarem conosco do G.Grind. Desejo-lhes sucesso infinito para os próximos milhares de léguas marítimas que a ESPXIII tem pela frente e deixo este espaço final livre com vocês.

Ereon: Obrigado pela atenção e mais uma vez ao blog G.Grind. Desejamos sucesso infinito para vocês igualmente. Sejam bem vindos à nossa Aliança os que se interessarem em conhecer mais nosso trabalho! É só acessar um dos links a seguir. E para adquirir nosso merch é só entrar em contato em nossa página:


 facebook.com/ESPERAXIII




Postado por Caterine Souza

terça-feira, 20 de outubro de 2015

[English] Myconith: Enviroglutton




Slamming Brutal Death Metal

Originally written in Portuguese by Renan Martins
Translated to English by Caterine Souza 


The destroyer metal genre of all times, Brutal Death Metal presents to the fans this band called Myconith, this devastating band of the United States.

For some people, the band also takes a bit of Slamming Brutal Death Metal, but it being Slamming or pure Brutal Death, the band knows how to do it and they do in such a destructive way.

Their EP entitled ‘Enviroglutton’ came out in 2015 and right away it shows that their work has to be valued, because it carries a potent fury and a very low tone recording.

The first track entitled ‘Sporification’ already shows clearly what the band wants to transmit in a matter of density and brutality. The sound presented is something really serious, but somehow manages to leave alive the sound of the guitar, bass and the vocals can create an atmosphere very interesting with an extremely closed sounding at some points and at times they keep working with a little torn guttural.

Starting at this great with this EP, the band could not fail when following this weight line with the other songs. The second track titled ‘Scrab Swarm’ appears also bringing an extremely dense sound with a double pedal worked pretty well. Unfortunately, the pedal sound was taken with a little low tone, but there is no problem because the band can still be destructive and it shows with the guitar and the random sounds of shots that they really made an atmosphere of war.

‘Scrab Swarm’ features a dry and direct guttural that can be extremely compatible with the drums when it doesn’t leave at any time missing brutality and anger, a track that can proceed to the next song very well.

Cutting out the question of the tracks, it’s always good to remember that the cover art is really something great and it always presents the album in a specific way and depending on the cover art, you can already earn some fans. This EP’s artwork is really well made, a shade of green working perfectly with the background that makes the emphasis on the more bluish side. It’s really an art that can be worthy for the whole EP because this art that can be somehow printed in your mind and this way to always bring the brutality of the album which can be dense in the extreme.

‘Decrepitude Abhorrent’ is the song which appears right away exploring the double pedal and the bass as well. The bass brings a very charged atmosphere and the music starts to gain more weight, more anger and more anger and more chaos, a band that actually brings the Brutal Death Metal.

To the end, the song called ‘Enviroglutton’ appears. It’s a song which is the title trackand everyone always put their hopes up high for the title track. This one transmits the sound of a thunder that comes from hell, actually a song that can end this very well work. This band has everything to surprise the fans on their next work.



Posted by Caterine Souza

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Myconith: Enviroglutton



Slamming Brutal Death Metal


O sempre destruidor Brutal Death Metal apresenta agora a banda Myconith, a esmagadora banda dos Estados Unidos.

Para algumas pessoas a banda também pega um tanto do Slamming Brutal Death Metal, mas seja Slamming ou o puro Brutal Death, a banda sabe o que faz e faz de forma destruidora.

Seu EP intitulado “Enviroglutton” saiu em 2015 e conseguiu logo de cara mostrar que seu trabalho tem que ser valorizado, pois carrega uma fúria potente e um som bem grave na gravação.

A primeira faixa intitulada “Sporification” já mostra bem o que a banda quer transmitir em questão de densidade e brutalidade, o som apresentado é algo realmente grave, mas consegue deixar vivo o som da guitarra, do baixo e o vocal consegue criar uma atmosfera muito interessante com um gutural extremamente fechado e que em alguns momentos trabalha junto da voz um pouco mais rasgada.

Começando dessa forma ótima o Ep, a banda não poderia deixar de seguir essa linha de peso com as outras músicas e a segunda faixa intitulada “Scrab Swarm” já aparece trazendo também um som extremamente denso e com um pedal duplo trabalhado muito bem, infelizmente o som do pedal ficou um tanto grave, mas não existe problema a banda consegue ser ainda destruidora e mostra isso com sua guitarra e os sons aleatórios de tiros que fazem uma atmosfera realmente de guerra.

Scrab Swarm apresenta o gutural seco e direto, um gutural que consegue ser extremamente compatível com o som da bateria que não deixa em momento algum faltar brutalidade e raiva, uma faixa que consegue seguir o trabalho muito bem.

Cortando um pouco a questão das faixas, mas sempre bom lembrar que a arte de capa é realmente algo formidável e ela sempre apresenta o álbum de uma forma “X” e dependendo da arte de capa você já consegue ganhar fãs e a arte desse EP é realmente muito bem feita, um tom de verde trabalhando perfeitamente com o fundo que deixa o destaque para o lado mais azulado, realmente uma arte que consegue valer pelo EP todo e que consegue ficar gravada em sua mente trazendo sempre a brutalidade do álbum que consegue ser denso ao extremo.

Abhorrent Decrepitude é a faixa que aparece logo de cara explorando  o pedal duplo e o baixo também. O baixo aparece conseguindo trazer uma atmosfera muito carregada e a música vai começando a ganhar mais peso, mais raiva, mais fúria e caos, uma banda que realmente consegue trazer o Brutal Death Metal.

Para encerrar aparece a faixa intitulada “Enviroglutton” que é a faixa título, e todo mundo sempre espera pela faixa título, e essa é uma faixa que transmite o som do trovão que nasce do inferno, realmente uma música que consegue encerrar muito bem o trabalho dessa banda que tem tudo para conseguir surpreender no próximo trabalho.



Postado por: Renan Martins

domingo, 18 de outubro de 2015

[English] Diva Satanica: The fury


Melodic Death Metal



Originally written in Portuguese by Renan Martins

Translated to English by Caterine Souza


Spain, the red side of the bloodstained flag. 
One of the bands that increased public and space in the underground scene is Bloodhunter. This band has a destructive and strong sound because they know how to work perfectly with turning the melody exhausting.

One of the bands that increased public and space in the underground scene is Bloodhunter. This band has a destructive and strong sound because they know how to work perfectly with turning the melody exhausting.

The growth of the band is very connected with the vocalist Diva Satanica. In addition to her beauty, she has vocals that bring the atmosphere of a massacre. Obviously, the band has an amazing quality, Fenris, the guitarist, can create great melodies and the band kind of grows with his work.

The first work of the band was ‘The First Insurrection’. It has great quality songs and at the first sight – or the first few seconds of the song - this band can show what the focus of their work really is and it’s certainly to build up a Melodic Death Metal style very well worked.

Diva Satanica is the name of the woman who can make this band different. In addition to a destructive vocal, she can also stick in the minds of all people not only with her impeccable stage presence, but with her vocal power and her way of showing a side of delicacy and shine too.




 The quality of Satanica’s vocals is really worthy to pay attention because this can make the band even more unique and more interesting. The second work of Bloodhunter is this selftitled, ‘Bloodhunter’, that can show more about the power of this singer who is not afraid to put her anger out.

‘The First Insurrection’ went out via independent label, but it’s quality was considered so impactful that they managed to make the second work entitled be released via Suspiria Records and with it the band grew and the power of vocal Diva Satanica found its way to stay inside the minds of the Metal fans from Spain. A band like Bloodhunter seems to have no fear of failure or fear of living, because every work the band bring us an evolution from the previous ones and a higher level of more shocking brutality.


Bloodhunter is the fury. So, it does Diva too.





Posted by Caterine Souza

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Diva Satanica: A fúria



Melodic Death Metal



Espanha, o lado vermelho da bandeira manchado de sangue.

Uma das bandas que mais conseguiu publico e espaço no underground foi a banda Bloodhunter que tem uma sonoridade destruidora, potente e que sabe trabalhar perfeitamente com a melodia sem deixar o som cansativo.

O crescimento da banda está muito ligado com a vocalista Diva Satanica que alem de linda, tem um vocal que traz a atmosfera de um massacre. Obviamente que a banda tem uma qualidade incrível, Fenris que é o guitarrista consegue criar melodias excelentes e a banda fica cada vez mais rica com seu trabalho.

O primeiro trabalho da banda foi o The First Insurrection que tem músicas de ótima qualidade e logo de cara a banda consegue mostrar qual o foco do seu trabalho que é um Melodic Death Metal muito bem trabalhado.

Diva Satanica é o nome da mulher que consegue fazer essa banda ser diferente, alem de um vocal destruidor ela consegue também ficar na mente de todas as pessoas com sua presença de palco impecável, seu poder vocal e a sua forma de mostrar um lado de delicadeza e brilho.



A qualidade do Vocal da Satanica é realmente digna e isso consegue fazer da banda ainda mais única e mais interessante. O segundo trabalho da banda, no caso, um álbum intitulado “Bloodhunter” consegue mostrar ainda mais do poder dessa vocalista que não tem medo de colocar sua fúria para fora.

The First Insurrection saiu via independente, mas sua qualidade foi tão impactante que conseguiu fazer o segundo trabalho intitulado “Bloodhunter” sair via Suspiria Records e com isso a banda cresceu mais e o poder do vocal da Diva Satanica conseguiu ficar na mente dos fãs do Metal da Espanha. Uma banda que não tem em momento algum medo de errar nem medo de viver e a cada trabalho a banda consegue mostrar uma evolução e uma brutalidade mais impactante ainda.


Bloodhunter A fúria.




Postado por: Renan Martins